Setor produtivo critica medidas

O pacote do governo para compensar o fim da CPMF não foi recebido com bons olhos por entidades do setor produtivo. Para o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, a arrecadação deste ano já ultrapassaria a previsão em R$ 40 bilhões e não haveria necessidade de aumentos. "Logo no primeiro dia útil do ano o governo já deu um ?presente? de mau gosto para o contribuintes", disse.Segundo Skaf, os cortes não serão em despesas correntes, mas sim em novos gastos, que seriam feitos ao longo de 2008.Os presidentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Filho, e da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio), Abram Szajman, repudiaram os aumentos, mas comemoraram o anúncio do corte. "Com o aumento da CSLL, o governo não tributa os bancos, mas sim o crédito", afirma Monteiro Filho. Szajman prevê a saída de R$ 2,5 bilhões de circulação no comércio.

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