Servidores reagem à suspensão de reajustes em Alagoas

O governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) suspendeu todos os reajustes salariais concedidos aos servidores públicos estaduais em 2006. Com isso, os salários do funcionalismo alagoano voltaram ao patamar de 2005. A medida provocou a ira dos servidores que declararam "guerra" ao governo de Vilela. "Se ele mexer nos nossos salários estará comprando uma briga sem trégua com o funcionalismo e será declarado inimigo número 1 dos servidores", afirmou a vice-presidente da Central Única dos Trabalhadores em Alagoas (CUT), professora Lenilda Lima. Ela afirmou que ou o governo Vilela revoga os decretos publicados nesta segunda-feira no Diário Oficial do Estado ou vai enfrentar uma série de greves por tempo indeterminado. "O Estado vai parar, porque todas as categorias de servidores públicos atingidas por essas medidas vão cruzar os braços, já a partir de quarta-feira quando tomar conhecimento do pagamento de dezembro", previu a sindicalista, acrescentando que nesta terça-feira a CUT reúne representantes de várias categorias de servidores públicos para encaminhar as formas de luta contra a suspensão dos reajustes.

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