Servidores do Judiciário do DF decidem manter a greve da categoria

Iniciativa ocorre após o veto da presidente Dilma à proposta que previa reajuste de até 78% para a categoria

EDUARDO RODRIGUES, O Estado de S. Paulo

22 de julho de 2015 | 17h25

Brasília - Em Assembleia Geral, os servidores do Judiciário do Distrito Federal decidiram na tarde desta quarta-feira, 22, manter a greve gerada pela insatisfação com o veto presidencial em relação ao projeto de lei que concedia reajuste salarial de até 78,56% para a categoria. A proposta derrotada na assembleia era por uma pausa na greve durante o recesso no Congresso Nacional e a retomada do movimento após a volta dos parlamentares às atividades na capital federal.

As lideranças do movimento prometem "uma caça à presidente Dilma" para protestarem contra o veto presidencial. "Nossos batalhões de grevistas vão monitorar todas as agendas da presidente Dilma e vamos fazer protestos aonde quer que ela vá. Também estamos cobrando que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, venha a público se posicionar sobre essa agressão ao poder Judiciário", afirmou o coordenador-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fenajufe), Adilson Rodrigues Santos.

Mais de 30 sindicatos em todo o País estão se reunindo nesta quarta e devem deliberar pela intensificação da paralisação.

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