Servidores da Cultura decidem suspender greve nesta sexta

Ministério do Planejamento pediu fim da paralisação, que durava mais de 65 dias, para discutir exigências

Agência Brasil

27 de julho de 2007 | 15h42

Os servidores da Cultura decidiram em assembléias regionais pela suspensão da greve que durava mais de 65 dias para retomar as negociações com o governo. As assembléias regionais foram encerradas na última quinta-feira. No dia 20 de julho, o Ministério do Planejamento pediu o fim da greve para começar a negociar as reivindicações da categoria.   "Foi uma proposta do Ministério do Planejamento para que pudesse negociar com o Ministério da Cultura seria preciso suspender a greve. Nesse sentido, enviamos essa informação ao Brasil inteiro para que realizassem assembléia a nível nacional para decidir sobre a suspensão", explicou a representante do Comando Nacional de Greve dos Servidores da Cultura, Júlia Guedes.    "A maioria optou pela suspensão da greve. Foi uma atitude madura dos servidores da Cultura, porque sem a suspensão da greve, não haveria também negociação."   A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Serviço Público Federal (Condsef) enviará a posição dos servidores da Cultura para o Ministério do Planejamento e solicitar o início das negociações com a categoria.    Desde o dia 15 de maio, os servidores do Ministério da Cultura, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Fundação Nacional de Arte (Funarte), Biblioteca Nacional e Fundação Palmares estão em greve. A categoria da cultura pede a implementação do Plano Especial de Cargos da Cultura e Gratificação Específica de Atividade Cultural (GEAC).

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