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Servidora do Incra contesta denúncia do MPF

A ex-superintendente substituta do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra-SP), Jane Mara de Almeida Guilhen, contestou nesta quinta-feira denúncia do Ministério Público Federal em Bauru que a incluiu entre os réus de uma ação por improbidade administrativa em razão do suposto desvio de madeira no Assentamento Aimorés, em Pederneiras. Jane Mara, que é funcionária de carreira e atualmente exerce atribuições como assistente de gabinete na superintendência, não estava à frente do órgão quando teriam ocorrido as irregularidades, segundo nota do Incra.

JOSÉ MARIA TOMAZELA, Agência Estado

16 de maio de 2013 | 20h09

De acordo com o MPF, com autorização do Incra, assentados venderam 70,9 mil metros cúbicos de madeira e não aplicaram os recursos no assentamento, mas não sofreram fiscalização. Na ação, distribuída à 2ª Vara Federal de Bauru, a servidora figura entre os nove réus acusados pelo MPF. Em nota, o Incra-SP informou que a servidora não foi notificada do processo e ainda não tem conhecimento do teor das investigações, mas ocupou interinamente a superintendência entre fevereiro e setembro de 2011, período posterior aos fatos denunciados. "Ela reafirma que não tem qualquer relação com as irregularidades que vêm sendo apuradas nesta ação", informa a nota.

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