Serra reforça propaganda de que irá cumprir mandato

O candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, intensificou no horário eleitoral gratuito na TV desta quarta-feira a mensagem de que pretende manter o mandado na Prefeitura até o final, caso seja eleito neste pleito. No início e no fim de seu programa de televisão, exibido entre as 13h e as 13h30, o tucano disse que, se eleito em outubro, irá concluir o mandato até o fim. Ele justificou sua saída em 2006, depois de menos de dois anos no cargo, alegando que o Estado corria o risco de "cair nas mãos do PT".

GUILHERME WALTENBERG, Agência Estado

05 de setembro de 2012 | 14h09

Fernando Haddad, do PT, usou o programa para explicar o Arco do Futuro, projeto para descentralizar a Capital. Para Haddad, São Paulo corre o risco de sofrer um "colapso" num futuro próximo se manter o estilo de crescimento que apresenta hoje, com as atenções voltadas ao centro. Gabriel Chalita, do PMDB, criticou as picuinhas entre o PSDB e o PT na administração local e fez propostas para a área de saúde.

Para melhorar o transporte da Capital, Celso Russomanno (PRB) prometeu ônibus mais baixos, com ar-condicionado e motor traseiro, além de construir mais corredores. Soninha Francine (PPS) repetiu seu programa de rádio, prometendo uma cidade mais "humana e hospitaleira".

O candidato do PDT, Paulinho da Força, apresentou suas propostas para a saúde ao lado do seu vice, o médico do Corinthians Joaquim Grava. Carlos Giannazi (PSOL) propôs a extinção do Tribunal de Contas do Município, chamado por ele de "elefante branco" da cidade. Levy Fidelix (PRTB) atacou as pesquisas de intenção de votos, Eymael (PSDC) criticou o tratamento dado aos idosos em São Paulo e Anaí Caproni (PCO) conclamou a população a revoltar-se contra a política atual. Ana Luiza, do PSTU, criticou tanto o PT quanto o PSDB pelos seus escândalos de corrupção e Miguel Manso (PPL) fez propostas para melhorar a educação.

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