Serra rebate críticas sobre uso da máquina pública

O candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, rebateu neste sábado críticas sobre uso da máquina pública para sua campanha eleitoral. Ele classificou a iniciativa de uma servidora do governo do Estado de fato isolado e espontâneo, acrescentando que o governo estadual já está tomando providências.

PAULA BONELLI, Agência Estado

11 de agosto de 2012 | 19h06

Nesta sábado, o jornal Folha de S.Paulo denunciou que uma diretoria da Secretaria Estadual da Educação expediu circular e usou página do órgão na internet para convocar dirigentes de escolas públicas para um ato de apoio ao candidato tucano. Segundo o jornal, o governo estadual afastou a servidora responsável pela convocação.

Serra visitou durante a tarde a Bienal do Livro na capital paulista. Ele disse que, se eleito, vai dobrar a distribuição de livros por parte da Prefeitura, que nos últimos anos totalizou quatro milhões de unidade. Durante a visita, Serra foi levado pelo senador Eduardo Suplicy (PT) ao estande onde a jornalista Mônica Dallari lançava seu livro, Cooperativa.

O candidato do PMDB à Prefeitura paulistana, Gabriel Chalita, também esteve na Bienal na tarde deste sábado. Chalita disse que usar a máquina pública em campanha eleitoral é indecente. Ele afirmou ainda que os candidatos têm o tempo na televisão, rádio, debates e outros meios para fazer campanha. "É lamentável e triste, pois quem vai pagar o preço é sempre o funcionário mais simples", concluiu.

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