Evelson de Freitas/AE
Evelson de Freitas/AE

Serra promete ficar 4 anos na Prefeitura e Haddad cita padrinhos

Tucano disse que dedicou a vida toda à política; petista valorizou formação acadêmica e família

Elizabeth Lopes, de O Estado de S. Paulo

19 de outubro de 2012 | 00h37

Nas considerações finais dos candidatos do PT, Fernando Haddad, e do PSDB, José Serra, no debate da noite desta quinta-feira, 18, na TV Bandeirantes, o tucano falou que quer ser prefeito "pelos próximos quatro anos" e o petista lembrou que foi ministro das gestões da presidente Dilma Rousseff (PT) e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Nos dois minutos das considerações finais, José Serra disse que se dedicou a vida inteira à política e nunca perdeu de vista que a meta é servir ao próximo, servir as pessoas. "Não estou na política para virar celebridade", disse, complementando que atua para beneficiar as pessoas. "A política cobrou um preço muito alto, 14 anos de exílio, mas me proporcionou uma formação mais sólida, com preparo e responsabilidade para exercer cargos públicos. Quero muito ser prefeito de São Paulo, montar uma equipe séria, competente, com prioridades claras, nada de loteamento e companheirada, para transformar São Paulo em uma cidade maior, nos próximos 4 anos, quero ser um prefeito do tamanho de São Paulo,"

Nas suas considerações, o petista Fernando Haddad disse: "Nasci e cresci na cidade de São Paulo, a cidade me ofereceu tudo que tenho, família, mulher, filhos, as pessoas. Estudei muito pra servir ao meu País, estudei Direito, Economia e Filosofia", disse. E prosseguiu: "Dediquei 12 anos da minha vida a vários governos. Exerci por 6,5 anos o cargo de ministro da Educação, servindo a dois governos: o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da atual presidente da República, a petista Dilma Rousseff." O candidato do PT disse, ainda, que sente orgulho pelo Banco Mundial reconhecer o Brasil como o País que mais avançou em escolaridade, superando a China. "São Paulo merece um novo rumo para seu desenvolvimento", frisou, citando o mote de sua campanha.

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