Senadores não podem viver sem reajuste, diz Fortes

O primeiro-secretário do Senado, senador Heráclito Fortes (DEM-PI), defendeu hoje que os parlamentares "enfrentem" a discussão sobre reajuste do próprio salário. Fortes pondera que o assunto precisa ser discutido, primeiro, pelos presidentes da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), e do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

CAROL PIRES, Agência Estado

17 de novembro de 2010 | 13h47

"Não pode dar um aumento estratosférico, mas não pode viver sem reajuste. Não pode ser um aumento que gere um dominó inflacionário", disse Heráclito Fortes, ao deixar hoje a reunião da Mesa Diretora do Senado. Ele negou, no entanto, que o assunto tenha sido discutido durante a reunião.

Sem citar números, o diretor do Senado, Haroldo Tajra, disse que há espaço no Orçamento para aprovar o reajuste salarial dos senadores. Ele explicou ainda que o aumento do subsídio dos parlamentares não está vinculado ao salário dos servidores. Ou seja: o reajuste não causaria um efeito cascata na folha de pagamento da Casa. O Congresso paga R$ 16.512 mil aos parlamentares. Ao todo, são 15 salários por ano.

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