Senador Rollemberg diz que PSB não aceita pressão

O líder do PSB no Senado, Rodrigo Rollemberg (DF), afirmou, ao sair da reunião da Executiva do partido, que decidiu pelo rompimento com o governo de Dilma Rousseff, que sua legenda sempre foi leal e correta com o governo, desde 1989, quando apoiou a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva. "Não somos apegados a cargos. Sempre agimos de forma republicana."

JOÃO DOMINGOS E DAIENE CARDOSO, Agência Estado

18 de setembro de 2013 | 14h17

Ele lembrou que, mesmo tendo candidato em 2010 (Ciro Gomes), o PSB abriu mão para apoiar Dilma Rousseff. "Isso aconteceu porque acreditávamos que seria melhor para o País", disse o líder.

Ele afirmou que agora, com a saída do partido do governo, a presidente vai se sentir mais à vontade e o PSB também, porque acabará a pressão sobre a legenda vinda, principalmente, do PT. Segundo o líder, informações plantadas nos meios de comunicação e nunca desmentidas por fontes institucionais do governo, minaram a relação entre os socialistas e o PT.

Rollemberg disse que, em votações que forem importantes para o País, o partido será a favor, a exemplo de quando foi oposição. "O que move o partido é o interesse nacional", afirmou ele.

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