Senado restringe acesso de estranhos ao plenário

Segundo Tião Viana, senadores têm criticado o fato de o local ser utilizado por pessoas e não por parlamentares

ANA PAULA SCINOCCA, Agencia Estado

30 de outubro de 2007 | 19h14

O presidente interino do Senado, Tião Viana (PT-AC), anunciou nesta terça-feira, 30,  medidas para restringir o acesso de estranhos ao plenário da Casa e ao cafezinho dos senadores. "No sentido de darmos a devida tranqüilidade, harmonia e funcionalidade ao ambiente de trabalho dos senadores, a presidência tomou a decisão de controlar o acesso, nos termos de um ato da Mesa do Senado Federal, de 1999, e faz um apelo para a devida colaboração", afirmou Viana ao abrir a sessão desta tarde.Segundo o presidente interino, vários senadores têm criticado o fato de o local estar sendo utilizado por pessoas e não por parlamentares. "Concordo que tenham criticado", afirmou, ressaltando que o cafezinho "é um local que deve ser restrito aos senadores e para diálogos com a imprensa".   Tião afirmou ainda que a imprensa "continuará sendo estimulada a participar do diálogo, que é fundamental para a democracia", mas que para os demais funcionários da Casa o acesso será restrito. Assessores, segundo o presidente interino do Senado, poderão entrar e entregar documentos, mas não deverão ficar sem necessidade no plenário e no cafezinho.

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