Senado rejeita fim do uso de terno e gravata no Congresso

Economizar energia com ar-condicionado era o principal argumento do deputado autor do projeto

Agência Brasil,

25 de novembro de 2008 | 15h40

A Mesa Diretora do Senado rejeitou nesta quarta-feira, 25, a proposta do senador Gerson Camata (PMDB-ES) que acabava com a obrigatoriedade do uso do terno e da gravata nas dependências do Congresso. A Mesa considerou inadequado o uso de outro traje além do terno e gravata no Legislativo.   "A proposta não encontrou a receptividade que era esperada, tendo em vista que os senadores já estão acostumados (com o terno e a gravata). Nesse ponto, eles são conservadores. Eu estou inscrito no grupo dos que acham que não chegou a hora de abrir mão do paletó e da gravata", disse o presidente da Casa, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN).   A Câmara dos Deputados sugeriu à Mesa Diretora do Senado o fim do uso obrigatório de terno e gravata para os servidores da Casa Legislativa, incluindo os parlamentares. O senador Gerson Camata queria adotar na Câmara e no Senado o modelo da ONU (Organização das Nações Unidas), nos Estados Unidos, que aboliu a obrigatoriedade do uso desse traje pelos funcionários para economizar energia elétrica, especialmente com o uso do ar-condicionado.

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