Senado demitirá 200 servidores contratados por atos secretos

Medida cumpre determinação do presidente José Sarney (PMDB-AP), que anulou os 663 atos não publicados

Agência Brasil

17 de julho de 2009 | 12h58

Cerca de 200 funcionários do Senado contratados por atos secretos serão exonerados. O levantamento já foi concluído pela Advocacia-Geral e está na diretoria-geral para análise de Haroldo Tajra. A informação é do advogado-geral, Luis Fernando Bandeira de Melo. Segundo a assessoria da diretoria-geral, na próxima semana a lista dos demitidos deve ser divulgada.

 

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O servidor cumpre determinação do presidente José Sarney (PMDB-AP), que anulou os 663 atos não publicados e estabeleceu um prazo de 30 dias para que a comissão diretora da Casa definisse a forma de ressarcimento aos cofres públicos de eventuais prejuízos causados pelas contratações irregulares.

 

O primeiro-secretário, Heráclito Fortes (DEM-PI), já tinha informado no início da semana que 200 dos 663 atos eram inócuos, uma vez que não traziam qualquer consequência administrativa para o Senado.

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