Sem-terra agiram em legítima defesa no PE, diz MST

No último sábado um conflito entre sem-terra e seguranças resultou na morte de quatro pessoas e um ferido

Agência Brasil ,

27 de fevereiro de 2009 | 17h20

Em nota divulgada nesta sexta-feira, 27, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) afirmou que os membros da entidade envolvidos na morte de quatro seguranças das fazendas Jabuticaba e Consulta, no estado do Pernambuco, agiram em legítima defesa. No último sábado, 21, um conflito entre sem-terra acampados na fazenda Consulta e seguranças resultou na morte de quatro pessoas e um ferido. Veja também: Em nota, MST 'repudia' violência na disputa por terra Polícia busca sem-terra suspeitos de chacina em fazenda no PE "Os pistoleiros entraram armados no acampamento Consulta, depois de reocupado pelas famílias, e passaram a agredir um trabalhador, até levá-lo ao chão. Um dos pistoleiros chegou a sacar uma arma para atirar, e foi nesse momento que os acampados reagiram, em legítima defesa. No desfecho da situação, quatro pistoleiros morreram e um trabalhador foi baleado", afirma a nota do MST. O movimento dos sem-terra alega ainda que, antes da ocorrência, pistoleiros e milícias armadas rondavam os dois acampamentos. De acordo com MST, a presença dos seguranças armados foi denunciada à Polícia Militar.

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