Sem abertura de negociação, CUT ameaça fazer greve

O presidente da CUT, Luiz Marinho, admitiu hoje que a central poderá promover uma greve se não houver avanços no processso de negociação da reforma da Previdência dos servidores públicos com o governo e com o Congresso. "Se o governo não recuar um milímetro, e se os nossos filiados desejarem, pode haver greve", afirmou, após se encontrar com o presidente da Câmara, deputado João Paulo Cunha (PT-SP).Marinho ponderou, no entanto, que não seria uma greve para agora, nem quis fixar prazo para ela. O propósito, disse, é insistir nas negociações. Para ele, o movimento sindical foi ouvido, mas o governo ainda não negociou.

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