Segundo depoente do dia deixa CPI do Cachoeira em silêncio

Homem apontado como laranja na venda da casa de Perillo permaneceu calado na CPI

Ricardo Brito,

26 de junho de 2012 | 11h55

Brasília, 26 - Assim como fez Lúcio Fiúza Gouthier, ex-assessor especial do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), Écio Antônio Ribeiro também permaneceu em silêncio nesta manhã na CPI do Cachoeira. Ribeiro é um dos sócios da Mestra Administração e Participações e apontado pela Polícia Federal como laranja no registro de venda da casa de Perillo em um cartório em Trindade (GO).

"Eu me reservo no direito constitucional de permanecer em silêncio", afirmou ele, sendo dispensado em menos de um minuto da sala, pelo presidente da CPI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB). Écio obteve ontem um habeas corpus do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cezar Peluso para ficar calado diante da CPI.

Vital disse que vai votar ainda hoje um mudança no procedimento adotado pela CPI, depois do depoimento do arquiteto Alexandre Milhomen, responsável pela reforma da casa de Perillo. Em vez de dispensar as testemunhas munidas de salvo conduto logo, a comissão pretende questioná-las mesmo que elas permaneçam em silêncio.

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