Suamy Beydoun/Agif
Suamy Beydoun/Agif

'Se disser que não pretendo ser candidato, não é verdadeiro', diz Alckmin

Governador de São Paulo relativiza, no entanto, que candidatura a cargo majoritário, como para a eleição de 2018, não depende de vontade pessoal

Eduardo Laguna, O Estado de S.Paulo

06 Março 2017 | 15h02

Questionado se será candidato à Presidência da República em 2018, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), respondeu nesta segunda-feira, 6, que estaria mentindo se dissesse não ter plano de disputar a corrida ao Palácio do Planalto no ano que vem.

“Se disser que não pretendo ser (candidato), não é verdadeiro”, afirmou Alckmin, ponderando, contudo, que a candidatura a um cargo majoritário não depende de vontade pessoal, mas, sim, da vontade coletiva. O tucano ressaltou ainda que “tudo tem o seu tempo” e considerou que no País existem duas categorias de “ansiosos”: os jornalistas e os políticos. Segundo ele, “2018 é 2018”.

Alckmin aproveitou a pergunta para defender a reforma política: “Pode o País ter 35 partidos políticos?”, questionou o governador, que também defendeu o voto distrital. Ele classificou ainda a reforma trabalhista como “talvez, a mais urgente”. Segundo ele, a reforma tributária poderia ser feita de forma fatiada.

Já o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), em meio às especulações sobre sua possível candidatura à Presidência em 2018, respondeu que Alckmin será seu candidato. “Como meus pais me ensinaram, um dos melhores sentimentos do ser humano é a gratidão. Sou amigo de Geraldo Alckmin de todas as horas. Não sou amigo de Geraldo Alckmin na política, na vida pública, sou amigo pela vida inteira”, afirmou.

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