Sayad tenta renegociar dívida com a União

O secretário de Finanças do município de São Paulo, João Sayad, afirmou que, nas atuais condições, a prefeitura não terá como pagar os 20% da dívida do município renegociada com o governo. Estes 20% referem-se à chamada conta gráfica, que terá que ser paga, em janeiro do próximo ano, pelos municípios que renegociaram seus débitos com o Tesouro Nacional. Se a conta não for paga, os juros contratuais da dívida subirão dos atuais 6% ao ano para 9% ao ano. Sayad esteve hoje à tarde no Ministério da Fazenda, para discutir um pedido de empréstimo com o BNDES, no valor de R$ 240 milhões, para obras do corredor de ônibus da capital paulista. O secretário do Tesouro, Fábio Barbosa, disse que não há como alterar os contratos já firmados de renegociação das dívidas dos municípios. Com isso, se a prefeitura de São Paulo não quitar a conta gráfica, o serviço da dívida sofrerá um acréscimo. Sobre o pedido de empréstimo, Barbosa informou que ele será analisado. Não há previsão de quando está análise será concluída.

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