Satélite sino-brasileiro completa dois anos em órbita

O satélite sino-brasileiro CBERS-1 completa neste domingo dois anos em órbita, tempo de vida útil previsto pela equipe de especialistas responsável pelo projeto. A expectativa é que ele opere por mais um ano. A explicação para a extensão do tempo em órbita é o pouco gasto do combustível consumido pelos jatos propulsores nas manobras de ajuste. "O lançamento preciso do satélite em sua órbita nominal pelo foguete chinês Longa Marcha 4, em 1999, poupou uma boa quantidade de combustível", informou José Raimundo Coelho, gerente do programa CBERS 1 E 2, que custou US$300 milhões ao Brasil e China e passa sobre o território brasileiro duas vezes por dia.O CBERS 2 está sendo preparado para ser colocado em órbita. No final deste mês o satélite de sensoriamento remoto e fotos terrestres segue para a China, de onde deverá ser lançado em maio do ano que vem. Até o final do ano, o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) vai assinar a continuidade do programa, com os modelos CBERS 3 e 4, com orçamento previsto de U$200 milhões.

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