Sarney: 'É injustiça do País julgar um homem como eu'

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), classificou como "injustiça" as acusações que tem sido feitas conta ele. "Não tenho nenhum problema na consciência a não ser de ter cumprido o meu dever. Acho que não posso ser julgado. É uma injustiça do País julgar um homem como eu, com tantos anos de vida pública, com correção que tenho de vida austera, de família bem composta, que tem prezado a sua vida entre a dignidade de sua carreira", disse ele na tribuna da Casa, onde se pronunciou sobre acusação de práticas de nepotismo e de outras irregularidades.

NÉLIA MARQUEZ, Agencia Estado

16 de junho de 2009 | 17h39

Sarney identificou nas denúncias que estão sendo feitas como tentativas de enfraquecer o Senado. "Se enfraquece o Senado, e tem muita gente interessada em enfraquecer, o papel passa a ser exercido por outros", disse. Entre setores interessados em enfraquecer a Casa, o peemedebista citou grupos econômicos e setores da mídia. O presidente do Senado também é acusado de autorizar atos secretos na Mesa Diretora para uma série de contratações, inclusive de parentes, conforme reportagens publicadas pelo jornal O Estado de S.Paulo.

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