Sarney defende uso de seguranças do Senado

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), justificou ontem o uso da polícia do Senado para proteger a sua casa, no Maranhão, dizendo que se precaveu porque o imóvel estava sendo ameaçado. "Ameaçaram explodir a casa", disse, sem mencionar de quem partiria a ameaça. Ele disse que agiu dentro da lei. "Nada mais eles (policiais) fizeram do que cumprir com o seu dever", disse, ao comentar reportagem publicada ontem pelo Estado.A missão ocorreu na véspera do julgamento do governador Jackson Lago (PDT) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com o diretor da Polícia Legislativa do Senado, Pedro Araujo Carvalho, as ameaças de invasão à propriedade foram feitas pelo Movimento dos Sem-Terra (MST). Sarney também dedicou o dia de ontem a defender a imagem do Senado. Ele disse que a instituição virou "boi de piranha" e negou que seja "uma caixa preta". Ele anunciou que vai "instalar imediatamente" o sistema de ponto eletrônico para controlar as horas extras dos funcionários dos gabinetes dos deputados.

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