Sarkozy quer ver G8 virar G13 com Brasil, China e outros

Presidente francês apoia ingresso do Brasil no grupo de países industrializados e no Conselho de Segurança

Efe e Reuters,

27 de agosto de 2007 | 07h32

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, defendeu nesta segunda-feira, 27, que o Grupo dos Oito (G8, os sete países mais industrializados e a Rússia) seja ampliado para treze membros permanentes, com a inclusão do Brasil, China, Índia, México e África do Sul.   Durante um discurso diante de todos os embaixadores franceses, reunidos em conferência em Paris, Sarkozy apoiou também o Brasil em sua pretensão de ter uma vaga permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.   O presidente francês expôs suas idéias sobre a atividade diplomática francesa e sua visão do mundo. Ele afirmou ainda que o G8 deve continuar sua transformação, iniciada com o convite em cúpulas anteriores a líderes de outros países, como Brasil, China, Índia, México e África do Sul.   Essa presença deveria se "institucionalizar" e ocupar pelo menos um dia completo e não apenas algumas horas, de modo que fique instaurado o G13.   Sarkozy disse que "a coordenação econômica e a necessidade de uma cooperação estreita entre os países mais industrializados e os grandes emergentes para lutar contra a mudança climática justificam essa evolução".   Sobre as Nações Unidas, Sarkozy disse que sua reforma está indo bem, mas falta vontade política para aplicá-la, especialmente a "necessária" ampliação do Conselho de Segurança, com a inclusão como membros permanentes do Brasil, Alemanha, Índia e Japão, e "uma justa representação da África".

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