Saída é 'tática de guerra', diz Lupi em entrevista ao Estado

Ministro do Trabalho deixará comando do PDT após comissão ter considerado cargo incompatível com ministério

Luciana Nunes Leal e Eugênia Lopes, de O Estado de S. Paulo,

06 de março de 2008 | 19h20

Em conflito com a Comissão de Ética da Presidência da República desde o fim do ano passado, quando o colegiado recomendou que se licenciasse da presidência do PDT, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, considera a decisão de deixar o comando do partido uma "tática de guerra" para "dar um passo atrás e avançar dez".   LEIA ENTREVISTA EXCLUSIVA NA EDIÇÃO DO ESTADÃO NESTA SEXTA-FEIRA   Em entrevista exclusiva ao Estado, Lupi apontou os motivos que o levariam a se afastar do comando do partido e disse que não quer causar constrangimentos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Lupi considerou-se vítima de "perseguição direcionada".

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