Saída do ministério foi dolorosa, mas estou tranqüila, diz Marina

Ex-ministra do Meio Ambiente diz que contribui para o processo de fortalecimento da agenda ambiental do País

Da Redação,

15 de maio de 2008 | 11h50

A ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou nesta quinta-feira, 15, em entrevista coletiva, que a saída do cargo foi um processo doloroso. "Mas estou muito tranqüila em relação à decisão tomada, porque tenho a clareza que ela contribui para o processo de fortalecimento da agenda ambiental do nosso País, que tem que fazer jus à potência que é", disse a ministra.   Veja também: Saiba quem é Carlos Minc, chamado para o lugar de Marina Fórum: opine sobre a atuação da ministra no cargo  Do seringal ao ministério: a trajetória de Marina  Veja galeria de fotos da ministra no governo Íntegra da carta de demissão de Marina Silva Cotado para lugar de Marina, Jorge Viana encontra Lula Nomeação de Mangabeira teria sido a gota d'água Mangabeira nega divergência com Marina Silva Antes de sair, Marina fez duras críticas aos biocombustíveis Veja os ministros que deixaram o governo Lula  Especial: Amazônia - Grandes reportagens    "É fundamental que possamos preservar os avanços e que não tenhamos retrocessos", afirmou. "Então, o mais importante para o Brasil é o plano de desmatamento e em função do crescimento nos últimos meses da taxa de desmatamento, temos que tomar medidas corajosas como as tomadas pelo Lula. Medidas como a de limitar os 36 municípios que mais desmatam."   A ministra disse não ter dúvidas de que, durante a sua gestão, o ministério avançou em algumas questões. Entre elas, Marina citou a redução do desmatamento, o plano nacional de construções hídricas e o Plano de Desenvolvimento para a Amazônia. A ministra ainda mencionou a criação do Instituto Chico Mendes e da Secretaria de Cidadania Ambiental.   Marina disse que não falou antes com os jornalistas pois aguardava a decisão do presidente sobre o próximo ministro. "Já estou falando com vocês como senadora pelo meu querido Estado do Acre", afirmou.

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