Saiba quem são os governadores na mira do TSE

O Tribunal Superior Eleitoral já cassou neste ano três governadores por irregularidades-Cássio Cunha Lima, da Paraíba,  Jackson Lago, do Maranhão e Marcelo Miranda, de Tocantins. No segundo semestre, o TSE deverá julgar o destino de outros quatro governadores que enfrentam ações em que é pedida a cassação. São eles: Ivo Cassol (Rondônia), José de Anchieta (Roraima)  Marcelo Déda (Sergipe) e Roseana Sarney (Maranhão).

26 de junho de 2009 | 19h37

 

Por outro lado, o TSE inocentou os governadores de Santa Catarina, Luiz Henrique, do Amapá, Waldez Goes, e de Goiás, Alcides Rodrigues.

 

Em 17 de fevereiro, o TSE rejeitou os recursos de Cássio Cunha e confirmou a cassação do mandato do chefe do Executivo paraibano e de seu vice, José Lacerda Neto (DEM). O governo foi assumido pelo ex-senador José Maranhão (PMDB), segundo colocado na eleição de 2006.

 

 

O TSE confirmou em 16 de abril a cassação de Lago e de seu vice, Luiz Carlos Porto (PPS), por abuso de poder político na campanha eleitoral de 2006.

 

O mandato de Lago já havia sido cassado pela corte eleitoral em março, mas o TSE decidiu que ele poderia seguir no cargo até o julgamento de um recurso, negado pelo plenário do tribunal.

 

 

No fim de maio, os ministros rejeitaram recurso em que a coligação Salve Santa Catarina solicitava a cassação do governador de Santa Catarina por abuso de poder político e econômico, propaganda institucional irregular e cooptação de meios de comunicação do estado em 2006. A votação foi seis a um.

 

 

Marcelo Miranda e o vice Paulo Sidnei Antunes tiveram seus mandatos cassados sob a acusação de abuso de poder político nas eleições de 2006. Os dois poderão ficar no cargo até o julgamento do recurso.

 

 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou, por unanimidade, no dia 25 de junho, o mandato do governador do Tocantins, e de seu vice, Paulo Sidnei (PPS), por abuso do poder político. O tribunal afirmou ter decidido que o governador sairá do cargo somente após o TSE julgar eventuais recursos contra a cassação, que deve ficar para o segundo semestre.

 

Os governadores de Rondônia, Ivo Cassol (PPS), e de Roraima, José de Anchieta Júnior (do PSDB) são acusados de compra de votos e abuso de poder econômico e político. O processo que era do governador do Estado, Ottomar Pinto, foi transferido para Anchieta, seu vice, após o falecimento de Ottomar.

 

Marcelo Déda (PT), de Sergipe, é alvo de uma acusação. Um dos partidos adversários, o PAN, o acusa de propaganda eleitoral antecipada.

 

Wáldez Góes (PDT-AP) era acusado de uso indevido de veículos de comunicação.

 

(Com Mariângela Galluci, de O Estado de S.Paulo)

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