Sabatina de Teori Zavascki pode ficar para depois das eleições

Evento ocorrido nesta terça-feira, 25, teve que ser interrompido por sessão do plenário

Ricardo Brito, da Agência Estado

25 de setembro de 2012 | 18h09

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), afirmou nesta terça-feira, 25, que a sabatina do ministro Teori Zavascki, indicado pela presidente Dilma Rousseff para o Supremo Tribunal Federal (STF), poderá ficar para depois das eleições municipais. Pouco depois das 16 horas, o colegiado suspendeu os trabalhos diante do início do horário de votação em plenário, que apreciará a polêmica medida provisória do Código Florestal.

Pelo regimento do Senado, os trabalhos têm de ser temporariamente encerrados quando há sessão do plenário. Eunício Oliveira ponderou que não há "nenhum problema" de a reunião da CCJ ter ficado aberta. Ele disse que não há pressa para realizar a sabatina de Teori Zavascki e que ela pode ocorrer após as eleições.

O presidente da CCJ lembrou que, na semana que vem, será a véspera do primeiro turno, o que torna mais difícil a realização da sabatina nesse período. Eunício Oliveira avaliou que caberá ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), convocar os senadores para eventualmente participar da sabatina de Zavascki. Parlamentares avaliam que a sabatina pode ocorrer ainda esta semana ou somente depois das eleições.

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