Marcio Fernandes/AE
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Russomanno critica o Estado sobre caso Dolly

Candidato do PRB à prefeitura disse que faltou ética ao tratar do assunto

Ricardo Chapola, de O Estado de S.Paulo

30 de julho de 2012 | 15h39

Texto atualizado às 19h06

O candidato do PRB à Prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno, criticou nesta segunda-feira, 30, a imprensa ao ser questinado sobre a reportagem do Estado em que acusa o ex-deputado de favorecer o dono da Dolly, Laerte Codonho, em seu mandato em 2010. O empresário foi condenado pela Justiça por crime contra a ordem tributária. Hoje, Codonho é sócio do candidato na empresa ND Comunicação e Publicidade.

"Vocês falharam comigo. Eu acho que a imprensa tem que ter ética. E a ética começa quando você responde uma pergunta e a resposta é colocada na íntegra, não só o que interessa ao jornalista. Aí faltou ética", rebateu, após caminhada na Avenida Paulista.

Codonho também foi doador de campanha de Russomanno em 2010. O empresário contribuiu com R$ 250 mil para eleger o então candidato à Câmara.

Durante a passeata, Russomanno prometeu criar um hospital municipal para animais. Uma eleitora cobrou a Prefeitura pela falta de medidas de amparo aos pets.

"Além do hospital - que será o primeiro de São Paulo - vamos também trabalhar num programa de castração de animais", disse o candidato.

Diante das chances de virar algo de ataque dos adversários que elaboram estratégias de colar a imagem de Russomanno a do bispo da Universal, Edir Macedo, o ex-deputado voltou a afirmar que não levará a campanha para a seara religiosa. "Sou candidato de todas as igrejas. Não estamos discutindo aqui quem vai ser o papa do Brasil", disse.

Da militância presente, que animou a passeata pela Paulista, predominou a dos que integram a Força Jovem, ala da juventude da Universal.

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