Rosane Collor diz que foi ameaçada por ser um 'arquivo vivo'

Ex-primeira-dama já denunciou que qualquer coisa que aconteça a ela é responsabilidade do seu ex-marido

EFE

01 de novembro de 2009 | 01h56

A ex-primeira-dama brasileira Rosane Collor, que em 2005 terminou seu casamento com o ex-presidente e atual senador Fernando Collor de Mello, denunciou que recebeu ameaças e por ser um "arquivo vivo" teme por sua vida, informaram neste domingo meios de imprensa.

 

"Se digo que não tenho medo estaria mentindo. Acho que Deus me ama e não vai permitir que nada de mal me aconteça, mas que sou um arquivo vivo eu sou", disse Rosane em declarações publicadas em um jornal do Rio de Janeiro. Rosane, de 45 anos, afirmou que já denunciou à Justiça que qualquer coisa que aconteça a ela é responsabilidade do seu ex-marido.

 

Em 2006, Rosane relatou que quando seu ex-marido planejava voltar à vida política - após 14 anos afastado por um escândalo de corrupção que lhe custou a Presidência - ela recebeu uma ameaça contra sua vida.

 

"Eu ia para o lançamento do disco evangélico de Cecília de Arapiraca e uma pessoa me disse por telefone que se fosse ao evento, eu não voltaria", disse. Na época, Rosane confirmou a acusação da religiosa de Arapiraca, que assegurou que Collor participava de rituais satânicos.

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