Rita Camata deve trocar PMDB pelo PSDB

Ideia dos tucanos é que deputada se lance para a disputa ao Senado no Espírito Santo

Tânia Monteiro, da Agência Estado,

30 de setembro de 2009 | 13h49

Na antevéspera do fim do prazo para mudanças partidárias, o PMDB registra nesta quarta-feira, 30, mais uma baixa, além da do ministro das Relações Exteriores, de Celso Amorim, que trocou o partido pelo PT. Ainda nesta quarta, a deputada Rita Camata, do Espírito Santo, que fez carreira política no PMDB desde o movimento das "Diretas Já", deve assinar a sua ficha de filiação a um partido de oposição - o PSDB.

Segundo um dirigente do PSDB, a ideia é que Rita faça uma "dobradinha" com o deputado Luiz Paulo Veloso Lucas, atual presidente da Fundação Teotônio Vilella. Luiz Paulo deve ser o candidato do PSDB ao governo do Espírito Santo e Rita Camata disputará uma das duas vagas do Estado ao Senado.

Rita, que chegou a ser apontada pelo então presidente do PMDB, Ulysses Guimarães, como "musa das diretas", integrava o chamado grupo independente do PMDB que atuava sem seguir a orientação do governo.

A informação de que o ministro Celso Amorim trocou o PMDB pelo PT foi dada nesta quarta-feira, 30, pelo presidente do partido, Ricardo Berzoini. Segundo ele, o domicílio eleitoral de Amorim é Teresópolis, no Rio de Janeiro. Até o momento, Amorim não tem planos de disputar cargos eletivos.

O PMDB, por sua vez, recebeu nesta quarta a filiação do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Até o momento, Meirelles não deixou claro se vai se candidatar a algum cargo eletivo. Ele descartou apenas disputar o governo de Goiás.

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