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Rio Grande do Norte defende unificação da polícia

A integração das polícias Civil e Militar é para ontem, avalia o novo secretário de Segurança Pública do Rio Grande do Norte, Anísio Marinho. "O malfeitor é cada vez mais organizado e as polícias precisam de mais recursos financeiros, humanos e tecnológicos, inclusive para facilitar as investigações", afirma Marinho.O secretário rebate a proposta de os Estados firmarem convênios entre si para troca de efetivos em caso de paralisação de policiais. Cada Estado tem peculiaridades em termos de criminalidade, acrescenta. "Um policial especializado no combate ao tráfico no Polígono da Maconha, em Pernambuco, pode não ser o mais adequado para fazer o policiamento preventivo no Rio Grande do Norte", disse.O secretário, que toma posse nesta quinta-feira, tem como desafio acabar com a greve dos policiais civis, iniciada em 31 de julho. "Vou dizer aos policiais que a folha do Estado cresceu 350% nestes últimos sete anos e que a Polícia Civil teve reajuste de 17% ano passado e agora, o governo oferece mais 20% em média", frisou Marinho.Ele acha positivo o pacote do governo federal. No caso do Rio Grande do Norte, Anísio Marinho diz que será mais fácil integrar as polícias. "A nossa Secretaria de Segurança tem controle orçamentário sobre as duas instituições", observa. O ideal, no aspecto particular do Rio Grande do Norte, destaca, é unir o Sistema de Penintenciárias, pois é interessante que os agentes e guardas penintenciários pertençam a uma mesma Secretaria."Todas as medidas que venham a fortalecer as polícias serão bem-vindas, inclusive a de se contar com o apoio das Forças Armadas, funcionando como reserva para situações de emergência", entende Marinho. Ele também defende que Ministério Público e Polícia Civil investiguem juntos.

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