Rio e DF têm os melhores indicadores de educação do País

O Rio de Janeiro divide com o Distrito Federal a liderança dos melhores indicadores de educação. Em 2000, eles tinham as maiores taxas de alfabetização (93,4% e 94,3%, respectivamente) e de pessoas com mais de 12 anos de estudo (14% e 20,1%), como mostra a pesquisa "Tendências Demográficas do Censo 2000".Os fluminenses têm o menor índice de analfabetismo do Sudeste - 6,6 a cada 100 pessoas. Na região, a proporção é de 8,1%. No Brasil, o Rio só perde para o Distrito Federal (5,7%) e para Santa Catarina (6,3%).O mesmo ocorre quando se olha para o grupo de pessoas sem instrução ou com menos de um ano de educação formal. Entre 1991 e 2000, esse grupo passou de 12% para 8,1% no Rio. É a melhor performance do Sudeste, mas o Estado perde para o DF (7%), Rio Grande do Sul (7,6%) e Santa Catarina (6%).Em outros dois indicadores, Rio e DF se aproximam. São eles que têm as maiores proporções de mulheres no Brasil. Para cada 100 fluminenses do sexo feminino, há 92,1 homens. No total, são 590.612 mulheres a mais do que as pessoas do sexo masculino. O mesmo acontece na capital, onde a relação homem/mulher é de 91,7%.Como as mulheres superam os homens em número, elas também são responsáveis por grande parte dos domicílios fluminenses e da capital federal. Rio e DF têm as maiores proporções de chefes de família mulheres do Brasil: 31,3% e 32,7%. "São essas as regiões com mais mulheres e mais pessoas escolarizadas e essa tendência ficou muito clara na década de 90", explica Luiz Antônio Oliveira, chefe do Departamento de População e Indicadores Sociais do IBGE.

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