Rio de Janeiro quer estimular uso do Aeroporto Tom Jobim

O governo do Rio quer adotar medidas para reavivar o Aeroporto Internacional Tom Jobim, que está operando com um terço de sua capacidade. Entre as iniciativas propostas, que deverão envolver o Estado, o município, a Infraero e o Departamento de Aviação Civil (DAC), está a redução do ICMS cobrado sobre o combustível utilizado pelos aviões e das tarifas aeroportuárias e o incremento do turismo. A perda anual para o Estado é de R$ 20 milhões.Antiga porta de entrada do País, o Tom Jobim recebeu apenas 5,2 milhões de passageiros em 2002, quando poderia ter movimentado 15 milhões. Nesta sexta-feira, integrantes do Conselho Estadual de Turismo se reuniram para discutir soluções para reverter o processo de esvaziamento. O Estado quer aumentar o número de conexões nacionais e internacionais que passam por lá, perdidas para o Santos Dumont, por onde circulam os vôos domésticos, e para Guarulhos, em São Paulo.Entre os motivos para a debandada está o elevado custo operacional do Tom Jobim e o valor do ICMS cobrado sobre o querosene de aviação, de 21%. O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Tito Ryff, que presidiu a reunião, disse que o Estado está disposto a reduzir o ICMS, mas ressaltou que as outras partes envolvidas também terão de se esforçar. A idéia é que a situação melhore antes dos Jogos Pan-Americanos de 2007.

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