Reunião de Dilma e Chávez começa com atraso

A presidente Dilma Rousseff chegou hoje, com duas horas de atraso, ao Palácio de Miraflores, em Caracas, para o encontro bilateral com o presidente venezuelano Hugo Chávez. O encontro, que deveria ser trilateral - incluindo também a presidente argentina Cristina Kirchner -, terminou sendo apenas bilateral por conta do atraso da presidente brasileira.

LISANDRA PARAGUASSU, ENVIADA ESPECIAL, Agência Estado

01 de dezembro de 2011 | 21h22

Dilma aterrissou em Caracas em torno de 16 horas, mas demorou para chegar ao Palácio por conta do complicado trânsito da capital venezuelana. Acompanhada de quatro ministros - Fernando Pimentel, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio; Aloizio Mercadante, da Ciência, Tecnologia e Inovação; Antonio de Aguiar Patriota, das Relações Exteriores; e Helena Chagas, da Secretaria de Comunicação Social da Presidência - a presidente foi recebida por Chávez, passou em revista as tropas e ouviu a execução do hino brasileiro, cantado em português pelos soldados.

O encontro privado de Dilma com Chávez, ao contrário da conversa do venezuelano com Cristina Kirchner, que foi transmitida ao vivo pela rede de tevê de Miraflores, foi fechado e sem transmissão para a sala de imprensa. De acordo com Chávez, que conversou brevemente com a imprensa antes da chegada de Dilma, os dois tratariam de convênios na área de habitação e de tecnologia. Também deve entrar na pauta a refinaria Abreu e Lima, cuja construção deveria ser compartilhada pelos dois países. Até agora, no entanto, a Venezuela não pagou sua parte. Ontem, foi anunciado mais um prazo de 60 dias. "Vai adiante. Temos tido problemas, como muitos outros, mas esse é um projeto estratégico, tanto para Brasil quanto para Venezuela", afirmou Chávez.

Tudo o que sabemos sobre:
reuniãoDilmaChávez

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.