Igo Estrela / Estadão
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Retrospectiva: Colunistas do 'Estadão' relembram fatos políticos mais importantes do ano

Os jornalistas Rosângela Bittar, JR Guzzo e Eliane Cantanhêde e o cientista político Carlos Pereira listam seus textos mais relevantes de 2020

Redação, O Estado de S.Paulo

30 de dezembro de 2020 | 05h00
Atualizado 30 de dezembro de 2020 | 17h05

O comportamento do presidente Jair Bolsonaro diante da pandemia do novo coronavírus, sua aproximação com o bloco de partidos conhecido como Centrão para garantir a governabilidade, as negociações frustradas de parlamentares para permitir a reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado, a indicação de um novo ministro para Supremo Tribunal Federal (STF): os fatos mais importantes da política passaram pela análise dos colunistas do Estadão ao longo deste ano de 2020.

A pedido do Estadão, Carlos Pereira, JR Guzzo, Rosângela Bittar e Eliane Cantanhêde selecionaram cinco dos textos mais relevantes que publicaram neste ano. A lista serve como uma espécie de retrospectiva analítica da política brasileira em 2020. Veja abaixo links para os textos selecionados pelos colunistas:

Carlos Pereira

18 de maio: Modo sobrevivência ativado

A ‘maior minoria’ proporcionada pelo Centrão pode ser a ‘vida extra’ do governo Bolsonaro

27 de julho: O que importa é o gesto, não a intenção

É irrelevante a distinção entre coalizões programáticas e utilitárias

19 de outubro: Contorcionismo interpretativo

Restrições do sistema político são responsáveis por mudanças de comportamento de Bolsonaro

30 de novembro: Nova face da polarização

A não obrigatoriedade da vacina é o novo mote identitário de Bolsonaro

14 de dezembro: Bolsonaro se curvou e a democracia não quebrou

O engajamento do governo na eleição dos presidentes da Câmara e do Senado é sinal de aprendizado

JR Guzzo

3 de maio: Sem defesa

Para existirem de verdade, democracias têm de merecer a própria existência

17 de maio: É proibido pensar

Foi entregue aos políticos o poder de decidir o que é essencial ou não para você

11 de outubro: Não tem preço

Bolsonaro teve a sua primeira grande chance de piorar o STF. Não perdeu a viagem

8 de novembro: Banana Republic

Os EUA não estão loucos, mas estão fazendo o máximo possível para parecer que são

29 de novembro: Governar para quê?

Após dois anos, o governo atual se encontra, mais ou menos, onde Dilma nos deixou

Rosângela Bittar

29 de abril: Entre chiquês e glacês

Integrantes do Centrão podem bandear-se para o inimigo antes que o galo cante três vezes

2 de setembro: Ninguém é Gilda

A reeleição é mania nacional; há um insubstituível em cada mandatário em exercício

30 de setembro: O espectador

Jair Bolsonaro é espectador do seu governo. Assiste, sem sinais de compromisso

21 de outubro: Ponto final coisa nenhuma

Bolsonaro fala uma coisa agora e seu contrário minutos depois. Subversão total do ponto final

4 de novembro: Alma gêmea

Guedes incorporou o raciocínio confuso, a linguagem agressiva e até os trejeitos do chefe

Eliane Cantanhêde

19/01: Goebbels na era digital

Alvim sai, mas Bolsonaro fica e Goebbels, Bannon e Olavo continuam pairando no ar

15/05: A fila anda

Bolsonaro tem crise de abstinência quando não persegue alguém. Vítima da vez é Nelson Teich 

31/5: A boa notícia

Há resistência, senso de dever e responsabilidade. O Brasil nunca será uma Venezuela 

18/8: Sem dó nem piedade

Faltaram tochas e máscaras brancas nos gritos de “assassina” para a pobre menina pobre 

29/12: O pino da granada

O acesso de Lula às mensagens hackeadas da Lava Jato vai explodir no STF e na eleição de 2022

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