Retirada de arrozeiros da Raposa deve ser pacífica, diz Tarso

Prazo para que os arrozeiros saiam termina nesta quinta, mas está em estudo uma prorrogação

Agência Brasil

29 de abril de 2009 | 13h28

O ministro da Justiça, Tarso Genro, disse nesta quarta-feira, 29, que a retirada dos não-índios - em sua maioria ruralistas - da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, deve ser concluída de forma pacífica. O prazo para que os arrozeiros que invadiram a área saiam dela termina nesta quinta-feira.

 

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"O clima é altamente positivo. Tenho a impressão de que não teremos problemas graves", comentou ele, após se reunir com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

 

Tarso Genro disse que a prorrogação do prazo para a saida dos invasores depende de decisão do ministro-relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto. "Estamos em fase de execução da sentença. Se o Ayres Britto disser que tem mais prazo, teremos."

 

Os arrozeiros pedem mais 15 dias de prazo para sair da área invadida. Eles alegam que precisam de mais dias para terminar a colheita do arroz plantado no território indígena.

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