Resultado de pesquisa causa euforia no comitê de Marina

O resultado da pesquisa Datafolha colocando a candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, empatada com a presidente Dilma Rousseff (PT) no primeiro turno, causou euforia no comitê da campanha. "Agora vai ser como massa de pão: quanto mais baterem nela, mais ela sobe (nas pesquisas)", comparou o presidente do diretório mineiro do PSB, deputado Júlio Delgado.

DAIENE CARDOSO, Estadão Conteúdo

29 de agosto de 2014 | 21h05

No momento da divulgação do levantamento, Marina gravava para o horário eleitoral do candidato ao governo de Minas Gerais, Tarcísio Delgado (PSB). Segundo relatos, Marina foi informada pelo vice de chapa, deputado Beto Albuquerque (RS), que ela havia alcançado Dilma com 34% das intenções de voto no primeiro turno e que o tucano Aécio Neves caiu de 20% para 15%. A pesquisa mostrou ainda que Marina venceria Dilma num eventual segundo turno com 50% dos votos contra 40%. Ao receber a notícia, Marina achou que os números se referiam a um levantamento feito só em São Paulo. "Foi uma explosão de alegria. Ela nem acreditou", contou Delgado.

O presidente do diretório mineiro acredita que ainda há espaço para Marina crescer mais, porque os setores produtivos e a população estão acreditando em suas propostas. "As pessoas estão dando crédito para ela", afirmou. João Paulo Capobianco, que tem promovido a ponte entre Marina e o agronegócio, não escondeu a animação. "É extremamente animador, mas é mais uma pesquisa. Mostra que estamos no caminho certo, mas a pesquisa que vale é a do dia", declarou.

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