Marcos Landim/TV Rio-Sul
Marcos Landim/TV Rio-Sul

Resgate de destroços do avião que levava Teori não tem hora para acabar, diz Cenipa

Prioridade na remoção é preservar pedaços do bimotor para a investigação

Fabio Grellet, enviado especial, O Estado de S.Paulo

21 de janeiro de 2017 | 13h04

PARATY (RJ) - A operação para retirada do fundo do mar do avião bimotor que levava o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, morto em acidente aéreo na última quinta-feira, 19, começou na manhã deste sábado, 21, na costa de Paraty, litoral sul do Rio, informou o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos (Cenipa). Investigadores do órgão da Força Aérea Brasileira (FAB) saíram ao mar às 9h30, conforme o "RJTV", da TV Globo.

Segundo a assessoria de imprensa do Cenipa, o trabalho de resgate dos destroços do avião não tem hora para terminar. A prioridade, na remoção, é preservar os destroços como estão, o que é importante para a investigação.

Imagens aéreas da TV Globo mostraram o que seria a cauda do avião, que estaria submersa a cerca de 200 metros do resto dos destroços. Segundo o "RJTV", a localização foi informada às equipes de resgate, cujos mergulhadores marcaram o local com uma boia. As imagens mostram o pessoal de resgate usando boias e cordas para segurar o avião.

O bimotor, modelo King Air C90GT, fabricado pela Hawker Beechcraft, tem pouco menos de 11 metros de comprimento. A distância entre as asas chega a 16 metros.

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