Renan vai responder a 5º processo no Conselho de Ética

O presidente licenciado do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), terá de responder a uma nova representação no Conselho de Ética. Nesta quinta denúncia, Renan é acusado de ter usado um servidor da Casa, o ex-assessor da Presidência Francisco Escórcio, conhecido por Chiquinho, para espionar a vida dos senadores Demóstenes Torres (DEM) e Marconi Perillo (PSDB). Os dois senadores são membros do Conselho de Ética. A denúncia foi apresentada na semana passada pelo DEM e pelo PSDB. A iniciativa de investigá-lo, cinco dias após ele se afastar do comando do Senado, foi tomada por cinco dos seis integrantes da Mesa Diretora, na primeira reunião convocada pelo senador Tião Viana (PT-AC) na condição de presidente interino Senado. Viana esclareceu que a Mesa se limitou a examinar o pedido dos partidos, sem entrar no mérito da acusação.

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