Renan: Promessas de corte de gastos e explicações

Sob sua gestão, Senado tem mais cargos políticos do que efetivos; quando assumiu a Casa, em fevereiro, senador havia prometido cortar gastos

07 de novembro de 2013 | 13h47

Eleito a 1º de fevereiro para presidir o Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) teve 56 votos, contra 18 dados a Pedro Taques (PDT-MT). Uma de suas primeiras promessas foi fazer uma reforma administrativa para acabar com o excesso de gastos na Casa. Abaixo, algumas de suas frases sobre desperdícios nesses nove meses.

 

"Vamos cada vez mais reduzir o gigantismo do Senado. O que aprovamos é um conjunto de medidas visando à racionalização administrativa e o fim das redundâncias e desperdícios."

"Mudanças vão ao encontro dos desejos da sociedade."

DIA 19 DE FEVEREIRO, QUANDO ANUNCIOU CORTES E ECONOMIA DE R$ 216 MILHÕES

 

"Vamos nos aproximar da sociedade, que está nos exigindo mais austeridade, transparência e eficiência."

EM 22 DE MARCO

 

"Ampliamos a economia de R$ 262 milhões para cerca de R$ 300 milhões. Na gráfica haverá corte de 10% na mão de obra. Outro corte atingirá 50% da tiragem nas publicações. Os gabinetes, que recebiam 20 exemplares de cada título terão, doravante, apenas um exemplar. A economia será de R$ 4,6 milhões."

DIA 31 DE MARÇO, EM ARTIGO PARA JORNAL DE MACEIÓ

 

"Há ainda muitos excessos, desperdícios e vícios que foram se acumulando ao longo dos anos..."

EM 9 DE MAIO

 

"Ainda não decidi."

EM 18 DE JUNHO, SOBRE NOTÍCIA DE QUE O SENADO FARIA NOVOS GASTOS EM COMUNICAÇÕES

 

"Fui cumprir um compromisso como presidente do Senado."

DIA 5 DE JULHO, AO EXPLICAR O USO DE UM JATO DA FAB PARA IR AO CASAMENTO DE UM AMIGO

 

"Há uma zona cinzenta em relação a isso. Temos de deixar claro o que é ou não é legal."

EM 6 DE JULHO, DEFENDENDO-SE DAS ACUSAÇÕES DE IRREGULARIDADE AO USAR O JATO DA FAB

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