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Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Renan Calheiros defende adiamento de análise de vetos por 'responsabilidade fiscal'

Senador, que também é presidente do Congresso, diz que fará consulta a líderes para sessão ser remarcada

Ricardo Brito, O Estado de S. Paulo

22 de setembro de 2015 | 15h04

Brasília - Um dia após o apelo feito pessoalmente pela presidente Dilma Rousseff, o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), defendeu há pouco o adiamento da sessão conjunta das duas Casas Legislativas desta noite para apreciar vetos presidenciais. Ele disse que vai consultar os líderes partidários a fim de tomar uma decisão, mas destacou que o momento é para que todos tenham "responsabilidade fiscal" com o País.

"O pior que pode haver para o Brasil é realizarmos essa sessão do Congresso, potencializando o risco da desarrumação fiscal", disse, ao chegar a seu gabinete no Senado.

Desde ontem, o Palácio do Planalto deflagrou uma operação para adiar a sessão do Congresso que vai apreciar 32 vetos presidenciais. O receio é de que a derrubada dos vetos possa custar, conforme dados do próprio governo, pelo menos R$ 127,8 bilhões até 2019, anulando o esforço para fechar as contas do governo neste e nos próximos anos.

Segundo Renan, a preocupação com a eventual derrubada dos vetos não é só do governo, mas do País. E, para o peemedebista, o Congresso tem ajudado "bastante" o Brasil a fim de melhorar o ambiente econômico. Ele citou o fato de que, no ano passado, o Legislativo reduziu a meta de superávit primário, aprovou o Orçamento deste ano em março, aprovou o primeiro pacote de medidas do ajuste econômico e ainda apresentou uma agenda de reformas estruturais a serem implementadas, que constam da Agenda Brasil. 

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