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Relatório da CGU aponta expulsão de 162 servidores federais até abril

Índice para os quatro primeiros meses do ano é o maior desde 2007; Ministério da Justiça lidera lista

estadão.com.br

21 de maio de 2012 | 14h27

SÃO PAULO - Mais de 160 servidores públicos já foram expulsos de órgãos federais neste ano, apontam dados levantados pela Controladoria-Geral União (CGU). É o maior número registrado pela administração pública nos quatro primeiros meses do ano desde 2007, quando 173 funcionários haviam sido expulsos.

 

De acordo com a CGU, os servidores foram demitidos, cassados ou destituídos dos seus cargos pelas seguintes práticas ilícitas - uso indevido do cargo, improbidade administrativa (que inclui casos como favorecimento, tráfico de influencia, enriquecimento ilícito), recebimento de propina e abandono de cargo.

 

O número de expulsões dos servidores públicos cresce ano a ano desde 2009. Naquele ano, 370 servidores foram expulsos, comparado a um total de 312 em 2009. Em 2010, foram 433 e, um ano depois, 469. Se o ritmo de 2012 se mantiver, este será o ano com o maior índice de expulsões na administração pública da última década.

 

O Estado onde foram registradas mais expulsões foi o Rio de Janeiro, com 26 até agora. São Paulo e Distrito Federais têm 18 expulsões cada um. No total, são 138 os demitidos, 18 os destituídos e seis os cassados.

 

Entre os órgãos, o Ministério da Justiça foi o que teve mais servidores expulsos, com 32. A pasta da Previdência Social aparece logo atrás, com 31. O Ministério da Educação expulsou 27 de seus funcionários públicos.

 

Lei de Acesso

 

A CGU também divulgou o número de solicitações de informações relativas ao governo desde que entrou em vigor a Lei de Informação, na última quarta-feira, até a sexta-feira. Mais de 2,2 mil pedidos foram feitos a diversos órgãos da administração federal.

 

O Banco Central recebeu 160 pedidos (7% do total). Em seguida vêm os ministérios do Planejamento, com 126 (6%), e da Fazenda, com 90 (4%). O Palácio do Planalto recebeu 65 solicitações (3%). 

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