Regina Borges descarta "consulta" de Arruda

A ex-diretora do Prodasen, Regina Borges, tomou a palavra na Comissão de Ética do Senado para explicar como recebeu o ?pedido? ou ?ordem? do senador José Roberto Arruda (sem partido-DF) para violação do painel do Senado. ?Descarto a palavra consulta?, disse. Sobre se foi ?ordem? ou ?pedido?, ela declara que, do ponto de vista de uma funcionária, a diferença é ?tênue?. Regina disse que recebeu orientação para obter a lista de votação, e não para "verificar a segurança" do painel.?Quanto ao que foi pedido?, ela afirmou, ?seria impossível, frente a um pedido para apenas conferir a segurança do painel, essa linha de raciocínio?, disse, referindo-se ao conjunto de atitudes que tomou em seguida, providenciando a violação. "Nunca seria minha atitude, violar o sistema para provar que não era seguro". "Eu não ia quebrá-la (a segurança) para provar que era seguro", disse. "Eu me recuso a aceitar esta colocação, de que o pedido era para a segurança do sistema".

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