'Reforma não pode prejudicar trabalhador', diz ministro

Lupi reconhece, no entanto, que é preciso atualizar os direitos trabalhistas e simplificar legislação

Amanda Valeri, da Agência Estado,

30 de julho de 2007 | 19h20

O ministro de Trabalho, Carlos Lupi, reforçou nesta segunda-feira, 30, a importância da reforma trabalhista no País e admitiu que essa discussão é muito antiga dentro do Congresso Nacional. "Os trâmites são pendências do Congresso, não dependem de mim. No âmbito do ministério eu sempre digo que nenhuma reforma pode prejudicar o trabalhador que é a parte fraca do processo", afirmou Lupi em entrevista à Rádio Eldorado durante encontro com dirigentes da União Geral dos Trabalhadores (UGT), na capital paulista.   O ministro reconheceu que é preciso atualizar os direitos trabalhistas e simplificar a legislação. "O diálogo está aberto para qualquer discussão que não for tirar os direitos do trabalhador." Questionado sobre o parcelamento do 13º salário, o ministro disse que isso só aconteceria se existisse um acordo por unanimidade. "Vamos ser absolutamente sinceros que esse não é o caso", destacou, acrescentando que esta decisão é um prejuízo para o trabalhador. "Não serei eu que vou assinar um prejuízo."

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