Peter Foley/Efe
Peter Foley/Efe

'Reconhecimento de Estado palestino ampliaria paz', diz Dilma

Presidente fez primeiro discurso de uma mulher na abertura da Assembleia-Geral da ONU nesta quarta

AE, Agência Estado

21 Setembro 2011 | 11h39

NOVA YORK - No discurso de abertura da 66ª sessão da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), a presidente Dilma Rousseff saudou o Sudão do Sul, mais novo membro a ingressar na ONU e lamentou não poder saudar da tribuna o ingresso da Palestina. "O Brasil, assim como a maioria dos países dessa Assembleia, já reconhece o Estado palestino como tal. É chegado o momento de termos a Palestina representada aqui a pleno título", disse.

 

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Na sua avaliação, este reconhecimento é um direito legítimo do povo palestino. "O reconhecimento da Palestina ampliaria a paz duradoura no Oriente Médio", frisou, destacando que apenas um Estado palestino livre e soberano poderá atender os anseios por paz, segurança e estabilidade política em seu entorno regional. E citou que no Brasil, descendentes de árabes e judeus são compatriotas e convivem em harmonia.

 

 

A presidente defendeu também o acordo global para combater a mudança climática. "Para tanto, é preciso que os países assumam responsabilidades que lhes cabe. E acreditamos que os países desenvolvidos cumprirão as metas que o Protocolo de Kyoto estabeleceu até 2012".

 

Primeira mulher a discursar na abertura da Assembleia-Geral da ONU, Dilma disse ainda acreditar que "este é o século das mulheres". Ela destacou o caráter democrático de seu discurso em Nova York.

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