Receita nega haver atraso em entrega de medicamentos

Segundo representante do órgão, os processos de importação de produtos é gerenciado por meio de um sistema informatizado e não há casos de medicamentos atrasados

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Foto do author Célia Froufe
Por Célia Froufe (Broadcast) e Agência Estado
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BRASÍLIA - O subsecretário de Aduana e Relações Internacionais da Receita Federal, Ernani Checcucci Filho, negou nesta quinta-feira, 23, que atrasos na entrega de medicamentos, materiais perecíveis ou produtos de saúde estejam ocorrendo no âmbito da Receita Federal. Segundo ele, isso pode ser garantido porque o órgão possui gestão e acompanhamento dos processos de importação de todos os produtos por meio de um sistema informatizado. Nos últimos dias, usuários de medicamentos importados fizeram denúncias na imprensa, alegando que não podiam continuar seus tratamentos por falta de remédios vindos de outros países. "Posso afirmar categoricamente, sem sombra de dúvidas, que não existe medicamento ou produto de saúde que esteja em atraso na Receita Federal", afirmou Checcucci Filho. O subsecretário reforçou sua posição alegando que, "em hipótese nenhuma" atraso ou retenção de medicamentos podem ser atribuídos à Receita por conta do movimento de paralisação ou operação-padrão da Receita. Ele disse que, é possível, sim, estar ocorrendo atrasos, mas em fases de liberação anteriores. No caso de alguns medicamentos, é preciso ter aval da Anvisa e, de produtos agropecuários, da equipe do Ministério da Agricultura. "Na Receita, não existe atraso ou retenção. Podemos fazer consultas por tipo de mercadorias, mas não posso me manifestar sobre etapas anteriores", concluiu.

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