Receita inclui mais duas funcionárias em caso de violação de sigilo de tucanos

Agora, elas se juntam a outras duas já investigadas e indiciadas por ligação com episódio

Leandro Colon, O Estado de S. Paulo

31 de agosto de 2010 | 19h15

BRASÍLIA - A Corregedoria da Receita Federal incluiu hoje mais duas funcionárias como "acusadas" de envolvimento na violação dos sigilos fiscais de quatro tucanos. São elas: Ana Maria Caroto Cano, funcionária do Serpro cedida à agência de Mauá, e Lúcia de Fátima Gonçalves Milan, lotada em Santo André.

 

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Os nomes delas estão num memorando assinado pelo presidente do inquérito do caso, Levi Lopez, em que ele informa, dentro do processo interno, que as duas foram notificadas na condição de "acusadas."

 

O memorando foi incluído na página 503 do processo administrativo. Em tese, elas deixam de ser testemunhas para serem acusadas.

 

Agora, as duas se juntam às funcionárias Adeildda Ferreira Leão dos Santos e Antônia Aparecida Rodrigues dos Santos Neves Silva, já investigadas e indiciadas por ligação com o episódio.

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