Rebelião do PR pode se estender a outros Estados

Os presos da Penitenciária Central do Estado do Paraná, em Piraquara, exigem um documento que garanta a transferência de 23 detentos para outros Estados. Treze rebelados, que pertencem ao Primeiro Comando da Capital (PCC), organização criminosa que atua nos presídios paulista, disseram que, se a transferência não acontecer, os líderes do PCC ameaçam fazer rebeliões em seis Estados ao mesmo tempo.As negociações voltaram à estaca zero depois da confirmação da morte do refém Luciano Amâncio, no primeiro dia da rebelião. Os três presos envolvidos no crime teriam sido decapitados. Durante esta noite, o policiamento foi reforçado para evitar tentativas de fuga. A tropa de choque continua de prontidão na entrada do presídio. Os detentos dizem que espalharam botijões de gás em pontos estratégicos e ameaçam explodir tudo se a polícia invadir. Vinte e dois reféns ainda estão em poder dos amotinados.Segundo informações da Globonews, o ministro da Justiça, José Gregori, comunicou por meio de sua assessoria que confia no secretário de Segurança Pública do Paraná, José Tavares, e espera que a remoção dos presos seja feita dentro da lei, com garantia de vida dos detentos até que cheguem aos outros Estados. A manifestação do ministro era uma exigência do comando do motim, que hoje chega ao sexto dia.

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