Reajuste no Bolsa-Família dependerá de recursos, diz Bernardo

'Vamos ter que fazer remanejamento', diz ministro do Planejamento; reajuste ficará entre 6% e 10%

Agência Brasil

19 de junho de 2008 | 12h55

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou nesta quinta-deira, 19,  que será necessário um remanejamento para a concessão do reajuste do Bolsa-Família, pretendido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Não temos recurso do orçamento. Vamos ter que fazer remanejamento. Vai ser preciso tirar de alguma área e destinar (o recurso) ao Ministério do Desenvolvimento Social."  O reajuste estudado pelo governo ficará entre 6% e 10%, mas ainda não está definido. "Em julho o governo terá de apresentar um novo relatório bimestral ao Congresso e certamente a decisão já estará tomada e os meios para implementá-la (também)", acrescentou Paulo Bernardo. Segundo o ministro, o aumento no valor do benefício significa uma despesa entre R$ 300 e R$ 500 milhões, dependendo do índice definido, o que não compromete um provável remanejamento.

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