Dida Sampaio/Estadão
Dida Sampaio/Estadão

Rato vira mascote de superdotados

Hamster ferido durante sessão da CPI é adotado

DANIEL CARVALHO E DIDA SAMPAIO , O Estado de S.Paulo

11 de abril de 2015 | 02h02

BRASÍLIA - O hamster ferido ao ser solto com outros quatro roedores no plenário da CPI da Petrobrás na Câmara na manhã de anteontem passa bem e já tem um novo lar. Desde ontem, o animal está sob os cuidados de uma assessora da Casa e ganhou o nome de Cafuné.

A jornalista Cláudia Guerreiro recebeu prioridade na fila de mais de 900 pedidos de adoção feitos ao deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que ficou com a guarda dos animais.

A filha de Cláudia frequenta uma escola com sala de atividades para crianças superdotadas, caso da menina.

O hamster será o mascote do grupo e será novamente batizado em uma votação entre as crianças. A mudança de endereço deve acontecer na terça-feira da próxima semana.

Por enquanto, Cafuné está na companhia de outros dois roedores criados por Cláudia: a camundongo Eugênia e o esquilo-da-mongólia Genghis Khan, nome do guerreiro mongol que transpôs a Grande Muralha da China no século 13.

Os outros roedores que se tornaram notícia nacional também já foram adotados e não se feriram na confusão que se tornou a sessão da CPI que colhia o depoimento do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. Os roedores foram soltos pelo funcionário comissionado da Câmara, Márcio Martins de Oliveira, que foi demitido.

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