Quércia pede empenho da militância para eleger Serra

Em sua primeira manifestação no segundo turno desta campanha presidencial, o ex-governador e presidente estadual do PMDB paulista, Orestes Quércia, diz que está convicto da vitória do tucano José Serra na corrida ao Palácio do Planalto. Desde que há uma semana deixou o Hospital Sírio-Libanês, onde ficou internado desde o dia 1.º de setembro, Quércia vem comandando a militância e reunindo líderes peemedebistas em sua residência para traçar as diretrizes de apoio a Serra. "Neste segundo turno, o PMDB de São Paulo vai fazer a diferença e ajudar a eleger José Serra presidente do Brasil", disse.

ELIZABETH LOPES, Agência Estado

15 de outubro de 2010 | 19h14

Quércia divulgou hoje uma carta à militância, sob título "Serra é o Presidente que o Brasil Precisa", agradecendo as manifestações de apoio e orações que recebeu durante o período em que ficou internado para tratamento de um câncer de próstata. E disse que o resultado das urnas neste primeiro turno em São Paulo e em vários Estados confirmou que o partido sempre esteve no caminho certo.

Além de falar da confiança em Serra, o peemedebista pediu aos correligionários que mantenham o apoio ao tucano neste segundo turno "com muito mais garra, força e convicção". "Vamos convencer nossos vizinhos, amigos, parentes de que este é o melhor caminho para o Brasil."

Unificação

Apesar de a legenda estar mais uma vez dividida numa eleição, pois o comando nacional apoia a petista Dilma Rousseff e o dirigente nacional da sigla, Michel Temer, integra a chapa da candidata na condição de vice-presidente, Quércia diz que, com uma eventual vitória de Serra, vai se empenhar para unir o partido em todo o País em torno do projeto tucano.

"A vitória de Serra vai comprovar, mais uma vez, que nossa ala sempre defendeu o melhor caminho para o Brasil. E é o momento de se reavaliar a postura a ser adotada em vários Estados", disse.

Segundo o ex-governador, o PMDB teve uma atuação marcante no primeiro turno das eleições em São Paulo. "O PMDB foi fundamental para que pudéssemos eleger Geraldo Alckmin (PSDB) governador e Aloysio Nunes (PSDB) senador. Aliás, a expressiva votação do Aloysio demonstrou claramente a diferença do PMDB paulista numa eleição", destacou.

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